segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Morre o ator Michael Clarke Duncan
Morreu nesta segunda-feira (3) o ator Michael Clarke Duncan, conhecido por seu trabalho em "À espera de um milagre" (1999), estrelado por Tom Hanks. A informação é da agência Associated Press.
Duncan tinha 54 anos de idade e também atuou em filmes como "Sin city - A cidade do pecado" (2005), "O Planeta dos Macacos" (2001) e "Armaggedon" (1998), além da adaptação dos quadrinhos Marvel "Demolidor, o Homem sem Medo", onde interpretou o vilão "Rei do Crime". No dia 13 de julho, o ator sofreu uma parada cardíaca, tendo sido reanimado por sua noiva, Omarosa Manigault. Na época, o site TMZ observou que o procedimento era surpreendente, dado que Duncan pesava cerca de 150 quilos.
Desde então, ele estava internado. Ainda em julho, os médicos chegaram a registrar que seu "batimento cardíaco [estava] muito forte". Conhecido por seu porte físico avantajado - o portal IMDb dá conta de que ele tinha 1,96m -, Duncan também chegou a contracenar com Charlie Sheen como convidado especial do seriado "Two and a half man", na pele de um jogador de futebol americano.
Nesta segunda, o TMZ informou que Duncan morreu "de repente". Citando fontes não identificadas, o site escreve que Omarosa, por alguns instantes, deixou o quarto em que o ator estava internado, em Los Angles. Quando ela retornou ao local, ele já estava morto. Michael Clarke Duncan iniciou sua carreira em 1995, e em seus primeiros trabalhos costumava ser escalado para o papel de segurança ou guarda-costas; ele inclusive assinava como "Big Mike Duncan".
Curiosamente, no entanto, seu papel de maior destaque foi o de um prisioneiro sensível e de poderes sobrenaturais, em "À espera de um milagre". A atuação, que colocava em contraste o estereótipo de sua figura e fragilidade do personagem, fez com que recebesse sua única indicação ao Oscar, de melhor ator coadjuvante.
Fonte: G1
terça-feira, 28 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Adolescentes denunciam racismo e agressão em shopping de Salvador
Infelizmente é apenas mais um caso entre as centenas que ocorrem todos os dias em todas as partes do país. Só mais um lembrete praqueles que insistem em dizer que o racismo não existe...
Eles têm 15 anos e caso teria ocorrido assim que deixaram loja de
roupas. Segundo contam, agressão foi feita por dois funcionários na
escada rolante
Dois
adolescentes de 15 anos afirmam ter sofrido racismo ao experimentarem
roupas em uma loja localizada no Shopping Barra, em Salvador, nesta
sexta-feira (17). Eles contam que foram agredidos e acusados de roubo
por dois funcionários da loja.
Segundo os jovens, os funcionários se aproximaram da escada rolante na saída da loja e revistaram a mochila de um deles na frente de outras pessoas. Não encontrando nada na bolsa, os funcionários teriam agredido os dois adolescentes, segundo denunciam.
Segundo os jovens, os funcionários se aproximaram da escada rolante na saída da loja e revistaram a mochila de um deles na frente de outras pessoas. Não encontrando nada na bolsa, os funcionários teriam agredido os dois adolescentes, segundo denunciam.
"Reviraram, olharam, não viram nada. Aí um deles se exaltou,
dirigiu-se com palavrão, me levantou pela gola da camisa", disse um dos
adolescentes, que prefere ocultar a identidade.
A garçonete Mônica Santana, mãe de um dos garotos, registrou queixa no serviço de atendimento ao cliente do shopping e na Delegacia de Repressão a Crimes contra Criança e o Adolescente (Dercca). "Ele está sendo apontado como um marginal dentro do shopping, mas ele é uma pessoa que estuda, que trabalha. O outro menino está fazendo teste para ser jogador e, independente disso, eles são crianças e não precisam passar por isso", relata a mãe.
A gerência da loja informou, por telefone, que tudo aconteceu do lado de fora do estabelecimento e, por isso, não irá se pronunciar sobre o assunto. Já o Shopping Barra afirma que lamenta o ocorrido e que irá apurar o caso.
A garçonete Mônica Santana, mãe de um dos garotos, registrou queixa no serviço de atendimento ao cliente do shopping e na Delegacia de Repressão a Crimes contra Criança e o Adolescente (Dercca). "Ele está sendo apontado como um marginal dentro do shopping, mas ele é uma pessoa que estuda, que trabalha. O outro menino está fazendo teste para ser jogador e, independente disso, eles são crianças e não precisam passar por isso", relata a mãe.
A gerência da loja informou, por telefone, que tudo aconteceu do lado de fora do estabelecimento e, por isso, não irá se pronunciar sobre o assunto. Já o Shopping Barra afirma que lamenta o ocorrido e que irá apurar o caso.
Fonte: G1
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Panis Et Circencis (Gilberto Gil/Caetano Veloso)
Eu quis cantar, minha canção iluminada de sol
Soltei os panos sobre os mastros no cais
Soltei os tigres e os leões nos quintais
Mas as pessoas na sala de jantar
Estão ocupadas em nascer e morrer
Mandei fazer de puro aço um luminoso punhal
Para matar o meu amor e matei
As 5 horas na Avenida Central
Mas as pessoas na sala de jantar
Estão ocupadas em nascer e morrer
Mandei plantar, folhas de sonho no jardim de solar
As folhas sabem procurar pelo chão
E as raizes procurar, procurar
Mas as pessoas na sala de jantar
Essas pessoas na sala de jantar
São as pessoas na sala de jantar
Mas as pessoas na sala de jantar
Estão ocupadas em nascer e morrer
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Jamaica é Ouro, Prata e Bronze!
Bolt diz que é o maior atleta da atualidade e homenageia ídolo americano
No dia em que conquistou sua quinta medalha de ouro olímpica, o jamaicano se compara ao americano Michael Johnson, ex-recordista mundial e campeão nos 200 m em Atlanta 1996
Marcelo Laguna - enviado iG a Londres | - Atualizada às
"Hoje eu sou o maior atleta do mundo". Assim, sem nenhum modéstia, foi a forma que o jamaicano Usain Bolt começou a conversar com os jornalistas logo após deixar a pista do Estádio Olímpico nesta quinta-feira, quando mais uma vez entrou para a história ao vencer os 200 m rasos dos Jogos de Londres . Foi a quinta medalha de ouro conquistada por Bolt em sua carreira olímpica.
Mas se deixa a modéstia de lado ao falar de seu desempenho assombroso em Londres, que o ajudou a transformá-lo, ao lado do nadador americano Michael Phelps, em um dos grandes ídolos destes Jogos Olímpicos, Bolt também sabe reverenciar o passado. "Agora posso dizer que estou no mesmo nível de Miachel Johnson. Sinto-me honrado por isso, ele é um grande ídolo para mim", disse o jamaicano. "Eu cresci vendo pela televisão Michael Johnson vencer provas e bater recordes mundiais", disse Bolt.
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| Warren Weir, Usain Bolt e Yohan Blake dominaram o pódio dos 200m rasos |
Para Usain Bolt, o resultado da prova desta quinta-feira apenas comprovou que ele não exagerava quando dizia, meses atrás, que viria para Londres para entrar na história. "Fiz o que precisava para vencer. Passei por uma temporada muito complicada para chegar até aqui, mas fiz o que tinha que fazer.", afirmou.
A diferença de somente 12 centésimos para o companheiro Yohan Blake (que fez 19s44 contra 19s32) no resultado da prova chegou a assustar Bolt. "Os 200 m acabaram sendo mais difícieis do que eu imaginava. A pressão dos adversários na curva foi muito grande e foi ali que precisei concentrar mais a minha atenção", disse o jamaicano, que também comemorou muito o fato de ter outros dois compatriotas completando o pódio nos 200 m. "Foi maravilhoso. A Jamaica provou ser o maior país de velocistas na atualidade", afirmou.
O novo bicampeonato olímpico do jamaicano (já havia conquistado o bi dos 100 m rasos no último domingo) foi considerado por ele como um prêmio pela dura preparação feita até os Jogos de Londres. "Sei que meu treinador [Glenn Mills] deve estar maluco agora. Nós trabalhamos muito forte pensando justamente em ganhar as duas provas. Ele conseguiu me motivar para este triunfo", disse Bolt.
O jamaicano ainda brincou com o fato de quase ter batido o recorde olímpico dos 200 m, que pertence a ele mesmo, de 19s30, cravados há quatro anos, em Pequim. "Sentia que seria possível correr muito rápido, mas quando entrei na curva não estava rápido o suficiente. Podia machucar as costas, né?", afirmou.
Fonte: IG
Fonte: IG
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