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terça-feira, 18 de junho de 2024

Boston Celtics é campeão da NBA!

 


O Boston Celtics conquistou o 18° título de campeão da NBA, ao derrotar o Dallas Mavericks por 4x1, e voltou a se isolar como o maior campeão da história da NBA! ☘️

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

LeBron James ultrapassa Kareem Abdul-Jabar e é o maior cestinha da história da NBA

 




Senhoras e senhores, hoje vimos a história sendo feita! LeBron James se tornou o maior pontuador da NBA, após superar Kareem Abdul-Jabar e derrubar um recorde que já durava 39 anos. Era um número considerado inatingível e um dos poucos que faltavam pra que o King James pudesse ser considerado GOAT (maior de todos os tempos) na eterna e polêmica comparação com Michael Jordan. 

Pena que joga no Lakers, né? Ninguém é perfeito... 😬

domingo, 31 de julho de 2022

Morre Bill Russell, lenda da NBA

 


O ex-jogador do Boston Celtics, Bill Russell, lenda da NBA, faleceu neste domingo, 31 de julho, aos 88 anos.

Em depoimento, o comissário da liga, Adam Silver, destacou o fato do ex-pivô dos Celtics ser o maior campeão da história dos esportes coletivos, com 11 títulos e 5 prêmios de MVP de Temporada Regular.

Silver reforçou também que o impacto de Bill Russell, na liga e na sociedade como um todo, é enorme e vai muito além destes prêmios.

Bill se destacou na luta antirracista, conheceu Martin Luther King e foi condecorado pelo presidente Barack Obama. Depois de ter sido multicampeão pelo Celtics como jogador, ele se tornou o primeiro técnico Negro da NBA, pavimentando o caminho para muitos outros que vieram depois.

Fonte: NBA Brasil

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Boston Celtics anuncia um compromisso de US$ 25 milhões para enfrentar a injustiça racial e as desigualdades sociais

 


O Boston Celtics e a Boston Celtics Shamrock Foundation anunciaram um compromisso multifocal para combater a injustiça racial e a desigualdade social na região metropolitana da cidade de Boston, com ênfase no enfrentamento a questões que impactaram a comunidade Negra, como resultado do longo histórico de casos de racismo sistêmico do país.

O grupo de investidores do Celtics e a diretoria da franquia se comprometeram a investir 25 milhões de dólares nos próximos dez anos, sendo US$ 20 milhões em dinheiro e US$ 5 milhões adicionais para outras ações da NBA que sigam determinações que foram debatidas entre os líderes comunitários e os jogadores e comissão técnica da equipe. Este esforço coletivo foi batizado de Boston Celtics United For Social Justice ("Boston Celtics Unido Pela Justiça Social", em tradução livre).

Os seis pilares definidos nestas reuniões são:

1. Equidade na educação;

2. Oportunidade econômica e empoderamento;

3. Equidade em saúde;

4. Justiça criminal e policial;

5. Quebrar barreiras e construir pontes;

6. Votação e engajamento cívico.

Estes pilares servem como pontos de partida, mas não devem se resumir a isso.

Entre algumas das medidas a serem adotadas pelo fundo na educação, estão a criação de um centro de educação infantil para famílias de baixa renda, o desenvolvimento de um currículo voltado para a história das populações Negras e auxílio à passagem dos jovens do Ensino Médio para a faculdade.

Esforços também serão feitos para a reintegração de jovens infratores e de adultos anteriormente encarcerados ao mercado de trabalho.

Sobre a saúde, o Celtics planeja promover a detecção precoce de condições de saúde que afetam desproporcionalmente as populações Negras dos EUA e desenvolver a criação de unidades móveis de saúde para a realização destes exames. Além disso, pretende estimular o voto, reafirmando a importância cívica deste ato, que não é obrigatório no país.

Todas as medidas adotadas por esta organização deveriam ser realizadas pelos poderes públicos, mas, na ausência ou omissão deles, os esforços seguem coletivos, na intenção de diminuir o abismo social e racial que existe nos EUA e em diversas partes do mundo.

Fonte: Site Oficial do Boston Celtics 

domingo, 30 de agosto de 2020

Lewis e LeBron: As maiores vozes dos esportes na luta contra o racismo e o genocídio

 

Lewis Hamilton
ao vencer o GP da Bélgica hoje, prestando homenagens a
Chadwick Boseman.


O britânico Lewis Hamilton e o estadunidense LeBron James transcendem os limites físicos da área em que atuam e desafiam aqueles que repetem o erro absurdo de que "não se pode misturar esportes e política".
Hamilton carrega há quase 10 anos o fardo de ser "o primeiro (e único) piloto Negro de Fórmula 1". Bate todos os recordes possíveis a cada fim de semana, mas ainda é comum ver "especialistas" de internet questionando sua qualidade e colocando pilotos que não possuem nem a metade dos seus números à sua frente na lista dos "melhores de todos os tempos".
Sofre duras críticas dentro e fora dos paddocks pelo posicionamento firme contra o racismo e a falta de representatividade na Fórmula 1.
Seu constante engajamento possibilitou que sua equipe, a Mercedes, tivesse a primeira mulher Negra e africana a subir no pódio da Fórmula 1 em 70 anos de história, a engenheira do Zimbábue Stephanie Travers, no GP da Estíria. Também abriu o canal de diálogo para que outras ações mais concretas possam ser tomadas, para que este esporte tão elitista possa ser mais inclusivo.

LeBron James
 no triunfo do Lakers sobre o Blazers, também fez o "Wakanda Forever"


LeBron James é um dos maiores atletas da história da NBA e a principal voz na luta contra o racismo, o genocídio da população Negra nos EUA e, mais recentemente, pelo voto, que não é obrigatório por lá. Se manifesta nas partidas, nas redes sociais e nas entrevistas, além de já ter construído escolas em Cleveland, sua cidade natal, e manter diversos projetos sociais. Sua postura combativa incomoda o White Devil e a ala mais "conservadora" dos Republicanos, mas serve de exemplo aos atletas mais jovens e de pressão nas famosas ligas de esportes do país, que reconheceram sua apatia histórica e apoiaram os boicotes dessa semana.
Muitos chegaram a dizer que James fazia essas coisas para se promover, logo ele, um dos atletas mais bem pagos do mundo. Só mais uma tentativa de transformar a questão racial em uma coisa menor do que ela realmente é.
Menção honrosa a
Colin Kaepernick
, que começou um protesto solitário na NFL e pagou com a carreira. Sigo esperando que ele seja inserido novamente em alguma equipe e que a liga de futebol americano peça desculpas pela perseguição a que Kaepernick sofreu.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Milwaukee Bucks lidera histórico protesto na NBA

 


Neste domingo, 23, foi divulgado um vídeo de Jacob Blake, homem negro de 29 anos, sendo alvejado por policiais brancos no estado de Wisconsin, enquanto caminhava para o seu carro onde estavam seus três filhos. Desde então, o estado segue em uma imensa onda de protestos que já resultaram em algumas mortes e feridos.
O Bucks, time da cidade mais populosa de Wisconsin, anunciou que não entraria em quadra, como forma de protesto à violência policial. O que isso significa? Que os protestos antiracistas na NBA são pra valer. Vai além do simbolismo de ter um escrito na quadra, de ajoelhar durante o hino, colocar nomes bonitos na camisa e tweetar hashtags. É uma forma de mostrar que não se pode mais encarar com normalidade casos e mais casos como esses nos Estados Unidos e no resto do mundo.
Hoje, o Milwaukee Bucks entra pra história da liga. Não é possível jogar basquete em um mundo onde seus irmãos estão sendo mortos, apenas por existirem, por um estado genocida. Assim como o Knicks, franquia do maior mercado dos EUA, que nos anos 50 ameaçou se retirar da liga caso não pudesse utilizar jogadores negros. Hoje é um dia pra se lembrar daqui há 20, 50, 100 anos.

Texto: NBA da Depressão, no Facebook

domingo, 26 de janeiro de 2020

Kobe Bryant, lenda dos Lakers e da NBA, morre aos 41 anos em acidente de helicóptero


Ícone. Lenda. Campeão.
Kobe Bryant, um dos maiores nomes da história da NBA e do Los Angeles Lakers, morreu na tarde deste domingo, 26 de janeiro, aos 41 anos de idade. A informação inicial foi do portal TMZ, depois confirmada pelo repórter Adrian Wojnarowski, da ESPN.
Kobe estava em um helicóptero que caiu na cidade de Calabasas, Califórnia. Mais tarde, o jornalista também confirmou que sua filha mais velha, Gianna, de 13 anos de idade, também estava no helicóptero.
A informação inicial era de que cinco pessoas foram vítimas da queda e do incêndio que tomou conta da aeronave, entre elas, o pentacampeão da NBA, sua filha. Eles viajavam para uma partida de basquete de Gianna, ao lado de mais um pai e outra jogadora da equipe.
Ainda neste domingo, o Los Angeles County Sheriff's Department, o departamento de polícia de LA, em entrevista coletiva, informou a presença de nove pessoas no helicóptero, sem nenhum sobrevivente. As autoridades não confirmaram a identidade das vítimas, e a causa do acidente ainda está sob investigação.
Kobe deixa sua esposa Vanessa e outras três filhas, Natalia, Bianca e Capri, ainda com sete meses de idade.
Gianna Bryant, filha de Kobe, também faleceu no acidente.

Uma lenda do esporte

Kobe Bean Bryant nasceu em 23 de agosto de 1978, na Filadélfia. Ele jogou os 20 anos de sua carreira com o Los Angeles Lakers, foi All-Star da NBA 18 vezes e venceu o MVP da liga em 2008.
O eterno dono das camisa 8 e 24 dos Lakers venceu o título cinco vezes: 2000, 2001, 2002, 2009 e 2010.
Filho de Joe Bryant, que também chegou à NBA, ele fez sucesso quando estava no ensino médio. Por isso, foi um dos atletas que fizeram o salto diretamente para o basquete profissional. Selecionado pelo Charlotte Hornets no Draft de 1996, foi trocado para os Lakers.

Sucesso olímpico

Kobe não brilhou apenas com os Lakers.
Ele começou sua carreira com a seleção dos Estados Unidos em 2007, e ajudou a comandar o famoso 'Redeem Team' com LeBron James, Dwyane Wade e outros astros ao ouro olímpico de 2008.
Quatro anos depois, Kobe venceu a medalha de ouro mais uma vez em Londres, antes de se aposentar da seleção norte-americana.

A última temporada

Kobe teve uma das turnês de despedida mais reconhecidas da história da NBA.
Apesar de pedir para que times não fizessem homenagens, a temporada de 2015-16 foi tomada por encontros com amigos, fãs e colegas em quadra.
Ele disse adeus ao basquete profissional em abril de 2013, marcando 60 pontos e enlouquecendo a torcida dos Lakers uma última vez contra o Utah Jazz.

O legado de Kobe

Kobe foi o grande jogador de sua geração, e um dos principais da história da NBA. Muitos o consideram o principal Laker de todos os tempos.
Os números 8 e 24 estão eternizados no Staples Center, aposentados pela franquia em 18 de dezembro de 2017.
Kobe se aposentou com médias de 25 pontos, 5.2 rebotes, 4.7 assistências e 1.4 roubos de bola. Ele foi o primeiro jogador da história a somar 30 mil pontos e 6 mil assistências na carreira, e um de quatro jogadores com pelo menos 25 mil pontos, 6 mil rebotes e 6 mil assistências.
Foram 33.643 pontos marcados na carreira, a quarta maior marca da história - e que foi superada por LeBron James na noite de sábado.
Ele liderou a NBA em pontos entre as temporadas 2005-06 e 2006-07. Sua atuação de 81 pontos contra o Toronto Raptors, em 2006, só está atrás dos 100 feitos por Wilt Chamberlain. Kobe fez mais de 50 pontos 24 vezes em sua carreira, perdendo apenas para Chamberlain e MIchael Jordan. Seus 18 All-Star Games o deixam atrás apenas de Kareem Abdul-Jabbar, sempre como titular.
Kobe deixa outras três filhas e sua esposa Vanessa, com quem era casado desde 2001.
Fonte: ESPN

terça-feira, 27 de junho de 2017

Russell Westbrook é eleito o MVP da temporada 2016/2017 da NBA


Com 42 triplos-duplos, e média com dois dígitos em três estatísticas, Russell Westbrook levou para casa o prêmio de MVP da temporada 2016-2017 da NBA.
Para ficar com o prêmio de melhor jogador da temporada regular, Westbrook bateu o recorde de Oscar Robertson, que teve 41 triplos-duplos em 1961-62, e acabou como o terceiro melhor na eleição daquela temporada, atrás de Bill Russell e Wilt Chamberlain.
Apesar da atuação impecável de Westbrook, o Oklahoma City Thunder terminou em sexto na Conferência Oeste. Assim, o camisa 0 tornou-se o MVP que teve a pior classificação da história da liga.
Westbrook foi seguido por James Harden, que foi o primeiro a terminar uma temporada com 2 mil pontos, 900 assistências e 600 rebotes. Em terceiro, veio Kawhi Leonard, do San Antonio Spurs, que recebeu o prêmio pelo bloqueio do ano, mas perdeu também a disputa para defensor da temporada.
O melhor jogador defensivo foi Draymond Green, primeiro atleta do Golden State Warriors a conquistar este prêmio, após ser superado duas vezes pelo jogador dos Spurs.
Ex-parceiro de Westbrook, Kevin Durant sagrou-se campeão pela primeira vez, ao se mudar para o Golden State Warriors.
Veja a lista completa dos premiados da temporada 2016-17 da NBA:
Rookie do Ano: Malcolm Brogdon, Milwaukee Bucks
Técnico do Ano: 
Mike D'Antoni, Houston Rockets
Melhor sexto homem: 
Eric Gordon, Houston Rockets
Jogador que mais evoluiu: 
Giannis Antetokounmpo, Milwaukee Bucks
Defensor do ano: 
Draymond Green, Golden State Warriors
MVP: 
Russell Westbrook, Oklahoma City Thunder

Prêmios adicionais:
Sager Strong: Monty Williams, San Antonio Spurs
Assistência à comunidade (votado por fãs e um painel de juízes):
 Isaiah Thomas, Boston Celtics
Companheiro do ano (votado por atletas):
 Dirk Nowitzki, Dallas Mavericks
Prêmio do espírito esportivo (votado por atletas): Kemba Walker, Charlotte Hornets
Jogador "mais intenso": Patrick Beverley, Houston Rockets
Prêmio por conquistas da carreira: Bill Russell, Boston Celtics
Executivo do ano (votado só por executivos): Bob Myers, Golden State Warriors
Prêmios em votos apenas de torcedores:
Jogada da vitória do Ano: Russell Westbrook, Oklahoma City Thunder
Fonte: ESPN

quinta-feira, 1 de junho de 2017

LeBron James desabafa sobre ato de racismo: "Acontece todo dia"


Vítima de um ato de racismo, ao ter sua casa em Los Angeles pichada por vândalos, LeBron James não se calou. Na véspera da abertura das finais da NBA, a liga americana de basquete, contra o Golden State Warriors, o astro do Cleveland Cavaliers desabafou antes do treinamento realizado no ginásio do rival em Oakland, onde será o jogo 1 da série melhor de sete nesta quinta-feira, às 22h (de Brasília).
Pai de três filhos, LeBron considerou o ato mais uma chance de mostrar a eles como o negro ainda é tratado. Que mesmo com a admiração de muitas pessoas, ainda há quem resuma o fato há um questão de cor da pele ou origem.
"Isso mostra como o racismo sempre será parte do mundo, parte da América. E, você sabe, na América, especialmente contra afro-americanos, acontece todo dia. E por mais escondido que seja, mesmo que as pessoas se escondam, digam coisas sobre você, e sorriam na sua frente, é a vida" - disse LeBron.
Em seu discurso, o astro lembrou o caso do assassinato de Emmett Till, que morreu aos 14 anos de idade nos anos 50 por supostamente assobiar para uma mulher branca. O caso contribuiu para o crescimento do movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos.

"Pensei logo na mãe de Emmett. Foi um das primeiras coisas que vieram na minha cabeça, e a razão pela qual ela exigiu que o caixão ficasse aberto era sua intenção em mostrar ao mundo o que o seu filho havia sofrido por um crime de ódio e por ser negro na América - comentou."
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Emmett Till, linchado, aos 14 anos, por, supostamente, assobiar para uma mulher branca.

Mesmo diante da situação, Lebron garantiu que se manterá concentrado para o jogo 1 da série.
Será o terceiro encontro seguido com os Warriors na final da NBA, com uma vitória para cada lado.

"No fim do dia, estarei concentrado para o jogo. Mas também sei que nesse momento da minha vida as prioridades estão em seus lugares, e o basquete vem depois da minha família. Na verdade, serve para que eu continue a ser um modelo para os jovens e em tudo que faço na minha fundação. Mas é algo que me coloca de volta ao meu lugar, e o basquete não é a coisa mais importante da minha vida" - afirmou.

Fonte: SporTV

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Há 25 anos, Magic Johnson anunciava que tinha vírus HIV; hoje, é um dos mais poderosos do esporte

7 de novembro de 1991. Há 25 anos, o mundo do esporte ficava boquiaberto com o anúncio de Magic Johnson, que revelou ter contraído o vírus HIV após exames rotineiros na pré-temporada do Los Angeles Lakers.

À época, Johnson estava com 32 anos e acabara de vir de um vice-campeonato com os Lakers diante do Chicago Bulls. Com três MVP's e cinco títulos da liga, ele era o maior nome da NBA no momento e anunciou que em decorrência do vírus estava se aposentando.
O anúncio foi marcante e impactou o mundo inteiro, já que à época não se sabia muito sobre o vírus. E a maioria das pessoas mundo afora que o contraiam, morriam pela falta de medicação em decorrência da AIDS.
Menos de quatro meses depois, Magic já estava de volta às quadras sendo eleito MVP do All-Star Game. Mesmo sem atuar, ele foi votado pelos fãs para participar do evento e, com aval médico da NBA, entrou em quadra mesmo a contragosto de ex-companheiros como Byron Scott e AC Green, além de Karl Malone.
Muitos jogadores tinham medo de encostar em Magic devido ao vírus, apesar da NBA ter liberado o mesmo medicamente para jogar.
Magic Johnson vencendo mais um prêmio de MVP pelo Los Angeles Lakers.

A performance no All-Star Game garantiu a Magic a chance de fazer parte do histórico Dream Team de Barcelona-92, onde os Estados Unidos ganharam a medalha de ouro com Johnson, Michael Jordan, Larry Bird e cia.
Sob medicações para o tratamento do HIV, Magic Johnson tentou retornar às quadras na temporada 1993-94, mas um corte no braço, que causou pânico no ginásio, durante um jogo de pré-temporada, fez ele desistir da ideia porque não queria ser uma distração.
Magic ainda voltara aos Lakers como técnico e jogador, até se aposentar das quadras novamente, em 1996. E o sucesso e brilho de Magic não pararam por ali.
Pelo contrário, Magic Johnson se tornou mais influente, fora das quatro linhas.
O ex-jogador faz parte de um grupo de sócios que adquiriu o Los Angeles Dodgers, da Major League Baseball, e o Los Angeles Sparks, da WNBA. Fora isso, Johnson ainda é um dos donos da futura franquia da MLS de Los Angeles.
A Forbes elegeu Magic como o segundo sócio-minoritário mais influente do mundo, atrás apenas de Michael Jordan. Em 2015, ele ficou em terceiro na lista dos 50 mais poderosos do esporte na Califórnia.
Magic também é o décimo ex-atleta que mais faturou em 2016, tendo ganhado US$ 18 milhões (R$ 57,6 milhões) em salários.
Dentro ou fora das quadras, Magic é um vencedor que continua brilhando.
Fonte: ESPN

terça-feira, 29 de abril de 2014

NBA bane dono dos Clippers por racismo

Donald Sterling, dono do Los Angeles Clippers, foi banido por toda a vida e multado em US$ 2,5 milhões
Donald Sterling, dono do Los Angeles Clippers, foi banido por toda a vida e multado em US$ 2,5 milhões
O comissário Adam Silver baniu por toda a vida o dono do Los Angeles Clippers, Donaldo Sterling. Ele não poderá tomar decisões envolvendo o time, presidir o Clippers ou sequer comparercer a qualquer jogo da NBA a partir de hoje. Sterling também recebeu multa de 2,5 milhões de dólares.
Silver também disse que a NBA tentará forçar que Sterling venda a franquia o mais rápido possível. A NBA começou a investigar Sterling depois que foi revelada uma gravação telefônica dele com sua namorada, em que ele ofendia os negros.
"Me machuca muito que você queira transmitir sua ligação com os negros. Precisa fazer? Você pode dormir com eles, pode fazer o que quiser. A única coisa que te peço é a não promoção disso e para não levá-los em meus jogos", disse o dirigente. "Em seu asqueroso Instagram, não tem que ter fotos com pessoas negras", completou.
A investigação levou a conclusão de que Sterling é, sim, o responsável pelas declarações e que esse é um momento de muita dor para a toda a família NBA. A punição a Sterling se aplica só a ele - não impede, por exemplo, que a franquia fique com alguém de sua família. Ele também foi púnido exclusivamente pelas frases racistas reveladas na última semana.
O banimento de Sterling tem validade imediata. Silver disse ainda que acredita que conseguirá apoio dos outros donos da NBA para obrigar o bilionário a vender sua franquia.
"As visões expressas por Sterling são profudamente ofensivas e nocivas", disse o comissário. "Elas simplesmente não têm lugar na NBA", completou.
Fonte: Uol Esporte

sexta-feira, 28 de março de 2014

Mais uma marca do Air Jordan


Em 28 de março de 1990, há 24 anos atrás, Michael Jordan deixava mais uma marca difícil de ser alcançada, marcando 69 pontos pelo seu Chicago Bulls contra o Cleveland Cavaliers. Este foi o maior número de pontos convertidos pelo Air Jordan na carreiraAlém destes pontos, Jordan pegou 18 rebotes, fez 6 assistências e 4 roubadas de bola. Sem dúvida, ele é um dos principais responsáveis pela popularização e divulgação ainda maior da NBA pelo mundo.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Collins, primeiro gay assumido da NBA, tem camisa mais vendida da liga


Pivô, que estrou no domingo pelo Brooklyn Nets tornou-se sucesso de venda no site da NBA e superou astros como LeBron James, Kevin Durrant e Blake Griffin

Jason Collins na partida do Brooklyn Nets NBA (Foto: AP)Collins estreou pelo Brooklyn Nets no domingo (Foto: AP)
Primeiro homossexual assumido da NBA, Jason Collins, tem sido um sucesso no basquete americano. O apoio dos torcedores tem sido tão grande que a camisa do atleta, a número 98 do Brooklyn Nets, tornou-se a mais vendida no site oficial da liga americana. Collins deixou para trás astros como LeBron James, Kevin Durrant e Blake Griffin.
- A volta de Jason Collins para o campeonato representa um momento histórico e os fãs continuam mostrando o apoio ao comprar a camisa dele – comentou o vice-presidente da NBA, Vicky Picca, em entrevista para a CNN. 
Collins estreou no último domingo na vitória de sua equipe sobre o Lakers por 108 a 102. O pivô teve uma exibição discreta, sem pontos e com apenas dois rebotes em pouco mais de dez minutos em quadra. Ainda assim, chamou a atenção dos Estados Unidos, e recebeu cumprimentos até do prefeito de Nova York, Bill de Blasio.
O número 98 foi escolhido em tributo a Matthew Shepard, um universitário que foi torturado e brutalmente assassinado em 1998 por ser gay. Collins planejava vestir a camisa 98 já na sua estreia, na noite do último domingo. No entanto, o pivô acertou contrato com o Brooklyn apenas horas antes do duelo contra os Los Angeles Lakers. Por isso, ele jogou com a camisa 46, que já estava à disposição no momento. Jason prometeu usar a nova numeração nesta quarta-feira, quando os Nets encaram o Portland Trail Blazers.
Fonte: GloboEsporte.com
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